Ficha técnica
Área Terreno
Área Construída
Arquitetura
João Paulo Daolio
Baldomero Navarro Gomes
Colaboradores
Beatriz Nachtergaele
Bruna Akamine Inoue
Kawani Yuri Nishimura
Lucas Nascimento Saito
Sophia Krasilcic Minkoves
Paisagismo
A localização do SESC Mogi apresenta condições privilegiadas, mas distintas: uma das faces volta-se para a Rodovia Prof. Alfredo Rolim de Souza, importante eixo viário com grande movimentação, servida por linhas de ônibus, e que permite fácil acesso e conexões com o Shopping, a estação de trem, e outras atividades que se distribuem nesta via. Por outro lado a rodovia tem trânsito e ruído intensos. Já as outras duas ruas que contornam o lote tem movimento exclusivamente local, de baixíssima intensidade.
Quanto às demandas internas do SESC, a análise cuidadosa do programa solicitado e o desejo de implantar uma Unidade Parque levaram a duas estratégias de implantação bastante marcantes:
Em plano, optou-se por agrupar o corpo edificado junto à Rodovia, de forma a marcar a presença do edifício na paisagem urbana, expondo as atividades internas para o grande número de pessoas que transitam no local. Por outro lado, além de liberar extensa área para o parque, o conjunto edificado passa a funcionar como uma barreira acústica, protegendo o interior do lote do ruído da avenida, criando uma atmosfera agradável para as atividades ao ar livre.
Verticalmente, optou-se por dispor as quadras todas, inclusive as descobertas, no pavimento mais alto do conjunto construído, de forma a estender a superfície do parque sobre a área edificada, o que trouxe duas vantagens:
1. desobstruiu o parque dos programas esportivos cercados,
2. essa extensa laje de programa esportivo conforma uma grande sombra, sob a qual são dispostos os programas técnicos, administrativos e culturais, que passam a se abrir de maneira franca para a área verde.
A localização do SESC Mogi apresenta condições privilegiadas, mas distintas: uma das faces volta-se para a Rodovia Prof. Alfredo Rolim de Souza, importante eixo viário com grande movimentação, servida por linhas de ônibus, e que permite fácil acesso e conexões com o Shopping, a estação de trem, e outras atividades que se distribuem nesta via. Por outro lado a rodovia tem trânsito e ruído intensos. Já as outras duas ruas que contornam o lote tem movimento exclusivamente local, de baixíssima intensidade.
Quanto às demandas internas do SESC, a análise cuidadosa do programa solicitado e o desejo de implantar uma Unidade Parque levaram a duas estratégias de implantação bastante marcantes:
Em plano, optou-se por agrupar o corpo edificado junto à Rodovia, de forma a marcar a presença do edifício na paisagem urbana, expondo as atividades internas para o grande número de pessoas que transitam no local. Por outro lado, além de liberar extensa área para o parque, o conjunto edificado passa a funcionar como uma barreira acústica, protegendo o interior do lote do ruído da avenida, criando uma atmosfera agradável para as atividades ao ar livre.
Verticalmente, optou-se por dispor as quadras todas, inclusive as descobertas, no pavimento mais alto do conjunto construído, de forma a estender a superfície do parque sobre a área edificada, o que trouxe duas vantagens:
1. desobstruiu o parque dos programas esportivos cercados,
2. essa extensa laje de programa esportivo conforma uma grande sombra, sob a qual são dispostos os programas técnicos, administrativos e culturais, que passam a se abrir de maneira franca para a área verde.
O PARQUE
A condição específica de Mogi das Cruzes, com o Rio Tietê e sua várzea cruzando grande parte do território da cidade bem como a extensa produção agrícola local, apresenta uma oportunidade de expansão do programa de caráter ambiental sugerido. Neste sentido a área liberada de edificações se converte num grande espaço verde, de caráter experimental, educacional e infra-estrutural. A ideia norteadora do parque é que ele possa se converter em modelo de como as infraestruturas podem ser pensadas como ricos espaços de vivência e como o plantio produtivo pode se converter em uma paisagem rica, biodiversa e bela. O parque proposto parte, portanto, da necessária desaceleração das águas de chuva, criando um corpo d’água de nível variado, que retenha a água antes de despejá-la na rede pública, mas não apenas isso, que se converta em grande reservatório para irrigação das áreas verdes nos períodos de estiagem.
O PARQUE
A condição específica de Mogi das Cruzes, com o Rio Tietê e sua várzea cruzando grande parte do território da cidade bem como a extensa produção agrícola local, apresenta uma oportunidade de expansão do programa de caráter ambiental sugerido. Neste sentido a área liberada de edificações se converte num grande espaço verde, de caráter experimental, educacional e infra-estrutural. A ideia norteadora do parque é que ele possa se converter em modelo de como as infraestruturas podem ser pensadas como ricos espaços de vivência e como o plantio produtivo pode se converter em uma paisagem rica, biodiversa e bela. O parque proposto parte, portanto, da necessária desaceleração das águas de chuva, criando um corpo d’água de nível variado, que retenha a água antes de despejá-la na rede pública, mas não apenas isso, que se converta em grande reservatório para irrigação das áreas verdes nos períodos de estiagem.
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